DEBATES E CONTROVÉRSIAS · PENTAGRAM Nº 5 · 1965

Cartas ao editor — Pentagram (1965)

Apresentação histórica

Esta sequência reúne intervenções publicadas em dezembro de 1965: a crítica de Arnold Crowther a Taliesin, a resposta deste, a defesa de Gerald Gardner assinada “Monsieur” e a réplica final de Taliesin. A edição preserva a ordem dos documentos e suas assinaturas. As afirmações sobre ancestralidade e legitimidade iniciática são apresentadas como posições dos autores.

Publicação original: “Letters to the Editor”, Pentagram, n.º 5, dezembro de 1965. Fonte utilizada: Documentos Completos da Tradição 1734 (1734 Foundations), compilação organizada por Joseph B. Wilson, exemplar do acervo pessoal do Speculum Lunae.

Tradução integral para o português

TALIESIN É ATACADO…

Não é hora de os bruxos confessos pararem de se atacar na tentativa de provar que são os escolhidos?

Estou farto daqueles que falam sobre os Gardnerianos [Gardnerites] com suas iniciações às escondidas e depois descrevem um método muito mais secreto para passar a noite em uma floresta assombrada. Isso não teria efeito em ninguém além daqueles com mentes imaginativas frágeis, que ainda acreditam no bicho-papão dos seus tempos de infância. Por que não reviver a antiga história de passar a noite na “Câmara dos Horrores”?

Quanto aos descendentes de bruxos e àqueles que afirmam ter sangue de bruxo, gostaria de lembrá-los de que a maioria dos britânicos deve ter algum sangue de bruxo de seus ancestrais.

Já passou da hora desses “Grandiosos” autoproclamados descerem de seus cavalos de brinquedo e voltarem à realidade, lembrando as palavras do imortal bardo, Robert Burns: “quem dera tivéssemos o dom de nos ver como os outros nos veem!”

O mais cômico é que todos esses objetores dos chamados “métodos secretos e clandestinos” têm medo de sair de trás de seus próprios disfarces e se escondem por trás de pseudônimos.

Também pensei que a Pentagram fosse destinada a reunir diferentes covens em termos amigáveis, e não com o propósito de incitar ódio entre grupos diferentes ao publicar insultos mesquinhos de nulidades.

ARNOLD CROWTHER, 397, City Road, Sheffield 2

Como esta carta é principalmente um ataque ao nosso colaborador Taliesin, o convidamos a responder. – Ed.

Meu primeiro impulso ao ler a carta do Sr. Crowther foi deixá-la sem comentários de qualquer tipo, pois me parece confirmar, em quase todos os aspectos, tudo o que foi dito sobre os seguidores de Gardner – e muito do que também ouvi sobre o Sr. Crowther! No entanto, refletindo, parece-me que não se deve deixar passar nem mesmo um ataque tão grosseiro como este sem fazer algumas observações, então vou abordar a carta, parágrafo por parágrafo.

(1) Não sou um “bruxo” confesso. A maior diferença entre a antiga tradição religiosa à qual pertenço e os Gardnerianos é que não gostamos da palavra “bruxo” e nunca a usamos se for possível deixar claro o que queremos dizer sem ela. A publicidade desfavorável ainda associada a isso, por meio das atividades de certos covens modernos, mostra o quanto estamos certos.

(2) Uma leitura cuidadosa da minha descrição deliberadamente vaga dos preparativos para o ritual revelaria que falei de uma poção sendo bebida antes que o aspirante seja deixado sozinho. Essa poção ajudaria até mesmo o Sr. Crowther a ter uma ligação mais estreita com os Deuses – embora eu tema que ele não a apreciaria!

(3) Acho este parágrafo completamente absurdo. Ele fala como se houvesse, em algum momento do passado, uma raça especial nessas ilhas de onde tal substância, “sangue de bruxo”, foi transmitida na linhagem sanguínea. Concordaria que há um traço latente, mas forte, de paganismo nos britânicos; mas que em todos nós existe um impulso para adotar essa combinação moderna de culto ao Deus Cornífero Saracênico enxertado em um vago estoque celta – isso é um absurdo!

(4) Em qual dos meus dois artigos na Pentagram eu me intitulei um “Grande?” Não sou uma pessoa humilde – nunca fui -, mas minhas jornadas pelos Sete Portais mal começaram, e eu imaginava que essa percepção das minhas próprias inadequações mantinha o que eu escrevia em equilíbrio. Conheço todos

os ritos e rituais que são o material padrão de covens como o do Sr. e Sra. Crowther, e passei pelas três performances teatrais que compõem a iniciação até o Terceiro Grau no estilo Gardneriano (todos sob ordens do clã, devo acrescentar!). Apesar de saber o que sei sobre isso, no entanto, pensei que estava razoável em meus escritos. Quanto ao que Burns tem a ver com isso – isso é muito profundo para mim!

(5) Um parágrafo extraordinário, este. O Sr. Crowther derrama seu terrível desprezo sobre nós porque não nos lançamos alegremente na luz da publicidade que ele e seus asseclas tanto apreciam. Será que devemos rivalizar talvez com a Sra. Crowther escrevendo artigos para as revistas femininas? Ou ter câmeras em nossas reuniões para nos filmar dançando em atitude performática ao som de um tambor? Ou apresentar uma Sacerdotisa como a única e verdadeira “Rainha das Bruxas” (ressaltando, é claro, que todas as outras são falsas!)? Não, Sr. Crowther, tivemos centenas de anos de anonimato; gostamos assim, e pretendemos que continue assim. Deixamos o campo da publicidade para você – tenha tudo o que quiser, com nossas bênçãos.

(6) Alguém gentil poderia me dizer em qual parágrafo, sentença ou frase dos meus escritos fui culpado de “incitar o ódio?” Reli não apenas o que escrevi, mas também o que Robert Cochrane escreveu, e não consigo encontrar nada que justifique a acusação. Sinto que o Sr. Crowther quis terminar esta carta um tanto ofegante com uma nota forte e permitiu que a precisão – obviamente nunca sua maior virtude – se afastasse completamente dele. Quanto aos “insultos mesquinhos de insignificantes” – vindo do Sr. Crowther, isso é divertido, mas realmente não vale a pena comentar. Deixo o Editor responder à pergunta sobre qual é o propósito da Pentagram.

– TALIESIN

GARDNER É DEFENDIDO

Sinto que devo escrever pela primeira vez sobre o assunto de nossa amada religião, mas o faço com certa relutância, pois não tenho desejo por publicidade

como tal. Escrevo não como teólogo, pândita, crítico ou pregador, mas como um humilde, consagrado e ungido Sacerdote da Wicca que tem a responsabilidade e a honra de ser Líder de um coven de irmãos e irmãs sinceros, reverentes e felizes da Arte. Nossa Alta Sacerdotisa, uma jovem bela e talentosa, poderia, se quisesse, atrair muita publicidade para si mesma e, assim, algum renome mundano, mas ela prefere permanecer tranquilamente anônima, observando com verdadeira preocupação e profundo interesse tudo o que acontece nos reinos da Arte em geral e em seu próprio coven em particular. Foi sabedoria dos Deuses que alguns dos iniciados na Wicca foram inspirados voluntariamente a se revelar publicamente como bruxos e, até agora, muito bem resultou de suas ações; pessoalmente, admiro sua coragem e sinto que devemos ser gratos àqueles que se preocupam com o bem-estar e o futuro da fé. Agora, chego ao motivo de minha escrita.

Notei com mais do que um pouco de tristeza o quanto o termo “Gardneriano” é usado por escritores e correspondentes na Pentagram; o termo é invariavelmente usado de maneira um tanto depreciativa, o que muitos consideram desagradável e injusto com o falecido Gerald B. Gardner, que fez mais pela nossa antiga Fé de maneira prática do que qualquer outra pessoa neste século. Faço essa declaração como um Bruxo hereditário, destemidamente e com profunda convicção, pois sei com certeza que há muitas pessoas hoje que nunca teriam tido a chance ou oportunidade de voltar ao seu próprio caminho se não fosse por ele – e, bem, eles sabe disso tanto quanto outros.

O dr. Gardner abriu portas para muitos através de seus escritos, entrevistas de rádio, etc., e a publicidade que isso gerou. Ele foi necessário naquele período de nossa história. Ele despertou, com seus esforços, muitos que sentiam o impulso inato de retornar à Fé de seus antepassados, e tenho provas positivas disso a partir das muitos bons Bruxos que conheci pessoalmente, dentro e fora do círculo. Alguns dizem de maneira não amável: “Ah, ele ou ela é Gardneriano”; há aqueles que parecem pensar ou acreditar que a Corda, o Açoite e a Faca são “meramente teatralismos Gardnerianos”. Eles não são; eles são verdadeiras partes da Fé e sempre estiveram conosco e sempre estarão — pois nenhum Bruxo foi verdadeiramente iniciado exceto pelo caminho das três coisas que

mencionei. “Estás disposto a sofrer para aprender?” é uma pedra angular da Fé, havendo, é claro, conceitos variados em métodos tradicionais em diferentes covens e regiões. Fragmentos da Verdade aparecem em determinados costumes e rituais antigos, e estes permanecem em sua maioria possessivamente guardados, mas há pessoas que pensam e acreditam honestamente que uma vez que certos rituais nunca foram vistos ou praticados em seu coven particular, eles devem, por força, ser inautênticos ou espúrios. O falecido dr. Gardner, durante sua longa vida, fez um estudo exaustivo da Arte em suas muitas facetas fragmentárias em lugares amplamente dispersos, e com infinita paciência, amor e cuidado ele ordenou e peneirou uma riqueza de informações que mais tarde ele prontamente e generosamente disponibilizou em seus escritos. Serei sempre grato a ele por isso. Eu mesmo vi e manuseei o grande livro preto encadernado contendo centenas de páginas e notas em sua própria mão, dados fragmentários coletados de dezenas de fontes na Grã- Bretanha e no exterior. Este importante volume está agora em posse de uma sábia Alta Sacerdotisa a quem ele o deu em gratidão por sua ajuda em compilar, tabular e colocar em sequência coesa e ordem essa magnífica riqueza de conhecimento que ele havia acumulado pacientemente ao longo dos anos. Tal conhecimento secreto da Antiga Fé que me foi transmitido pelas duas linhagens familiares distintas de Bruxos de Suffolk e Irlandesas, que remontam pelo menos a três séculos, descobri, ao estudar os escritos e notas do dr. Gardner, serem muito similares e às vezes exatamente iguais. Alguém pode então se perguntar por que me sinto entristecido quando leio na Pentagram sobre “Essas práticas Gardnerianas bobas” — quando sei com certeza que são A Verdade ou contêm a Verdade! Eu ouvi muitos que estavam próximos a Gerald Gardner; ele não era perfeito — mas então, quem é? Não julgue um Bruxo pelos padrões religiosos, pontos de vista ou convenções de outras pessoas, pois somos o que somos porque sabemos (ou deveríamos saber) mais do que eles sobre o que é esta vida. Eu só queria que fosse possível para aqueles que nos menosprezam assistir ao nosso coven no Sabbat e ver o belo ritual realizado pelos membros, ver o trabalho sendo feito pelos doentes e necessitados, ouvir os relatos dos resultados felizes e muitas vezes notáveis do trabalho realizado nos Sabbats anteriores, sentir o Poder e perceber as Presenças benevolentes dos Mortos Poderosos quando o círculo se fecha e os Fiéis entram literalmente em outro

reino — felizes, nus e livres por um tempo das preocupações deste velho mundo cansado. É então, quando vejo meu povo, seus rostos contentes iluminados de felicidade, o doce incenso subindo, que percebo claramente o quanto a Arte deve ao falecido Gerald Gardner. Acredite, todos os que lerem isto, que suas virtudes superam grandemente seus defeitos; conceda-lhe o que é devido e deixe-o descansar em paz; não sejamos discordantes na Fé, mas continuemos a honrar a Grande Mãe e seu Consorte da maneira que fomos ensinados, lembrando-nos de que talvez um dia saibamos mais e então percebamos que nós, que sabemos tão pouco, na verdade sabemos muito pouco, pois “Grande é a Mãe que tudo dá; como são tuas leis, assim será.” Seja feliz e serás sábio! Isso é a Verdade. Blessed be.

— “MONSIEUR”

Taliesin escreve:

Já tendo comentado extensamente uma carta nesta edição, estou um tanto relutante em entrar novamente na briga. A carta do Monsieur contém mais sentimentalismo piegas do que se poderia esperar encontrar fora de historinhas de contos de fada, e deveria ser tratada impiedosamente. No entanto, seu escritor parece tão gentil e sincero que desperta a mesma relutância que se sentiríamos ao contar para uma criança que o Papai Noel não existe!

Ao mergulhar na carta e ser profundamente atravessado no peito pelas frases enroladas e metáforas entrelaçadas, a mensagem básica parece ser de que o evangelho segundo G. B. Gardner é um registro verdadeiro e preciso de uma antiga fé nativa destas ilhas. Eu teria pensado que Robert Graves já havia exposto isso como uma falácia, mesmo antes do livro de Idries Shah sobre os Sufis mostrar tais origens mais claramente. Poderia-se fazer uma longa dissertação sobre tudo isso, mas o espaço é limitado e terei que ser o mais breve possível sem sacrificar o sentido. Os curiosos podem se aprofundar lendo extensamente as obras de Aleister Crowley e Charles Leland em primeiro lugar, recapitulando as obras de Margaret Murray, e lendo o livro de Idries Shah — com referência particular à introdução de Robert Graves e ao capítulo intitulado “Ritos Misteriosos”, página 206.

De maneira sucinta, porém, a contribuição de G. B. Gardner foi começar a partir dos estudos antropológicos de Margaret Murray, onde ela sugeriu que as bruxas medievais continham em seu culto traços definidos do antigo culto da fertilidade, que originalmente devia lealdade à Grande Mãe. A dra. Murray ignorou em grande parte o fato de que o Deus Cornudo do culto medieval mostrava características do Oriente Médio inconfundíveis, que a Deusa nunca foi sequer mencionada pelas bruxas submetidas a julgamento ou por aqueles que as estavam julgando, e que a lealdade dos covens era dada inabalavelmente ao seu Deus.

Não importa, isso deu a G. B. Gardner um ponto de partida, e sua própria inteligência, longe de ser pequena, e grande imaginação, aliadas a uma dose de Crowley e uma forte injeção dos livros de Leland sobre feitiçaria cigana e os cultos esotéricos etrusco e florentino das bruxas, produziram a maior parte do que hoje compõe os ritos, rituais, dizeres espirituosos, provérbios sábios e diversão geral da bruxaria moderna. Suficiente para apontar, creio eu, que Gardner rebaixou o Deus Cornudo para o segundo lugar e introduziu uma deusa feminina que ele identificou com a antiga Deusa da Lua europeia. Ele encontrou dificuldade em dar nomes a eles, e eventualmente fixou Cernunos para o deus e Arida para a deusa — Cernunos sendo um deus escandinavo com chifres, e Arida sendo o nome dado à sua Deusa da Lua pelas bruxas florentinas (veja o livro de Leland “Aradia”, um relato de suas práticas). Do mesmo livro veio o conto de fadas que Gardner cita em seu livro “A Bruxaria Hoje” (Cap. 3, p. 41), que é usado como justificativa para a flagelação ritual sem a qual nenhuma reunião pode começar adequadamente. A mesma história é usada como parte de um dos ritos iniciáticos.

Receio que vejo com certo ceticismo a alegação do Sr. de vir de uma longa linhagem de “bruxas” de Suffolk e Irlanda. Sua devoção ao dogma de Gardner parece contradizer isso, embora eu esteja disposto a admitir a possibilidade de poder haver, em diferentes áreas, pequenos grupos que se agarraram a vagas lembranças do culto de bruxaria medieval, e ele pode vir de um desses. Mas então, é claro, esse culto era inegavelmente de origem saracênica e tinha pouca ou nenhuma semelhança com a religião original das ilhas, e assim voltamos à estaca zero com a criação da qual G. B. Gardner foi tanto pai quanto mãe.

Passei cerca de vinte anos nos círculos adequados da “Tradição” hereditária (não gosto dessa palavra, mas a uso para que eu possa ser entendido mais claramente), mas sinto que ainda estou aprendendo. Dentro da Tradição, conforme Gardner a formulou, alguém pode passar pelos três graus em questão de poucos anos – muitos fizeram isso em menos! – aprender tudo o que há para saber sobre ela, sair e formar seu próprio coven. Levei anos para aprender a linguagem dos dedos e das mãos através da qual podemos nos identificar; muito tempo para aprender o significado ritual dos nós em um “rosário de bruxo”, através dos quais os primeiros passos em outro mundo podem ser dados. A pergunta feita pelo Taliesin do século XII, “Qual é o nome de duas palavras que não irá para o Caldeirão?”, não é uma pergunta vazia dentro da poesia absurda, mas uma que eu tive que responder: não sendo diretamente informado, mas pela intuição com percepções aguçadas pela prática e meditação. O que esses devotos do evangelho de Gardner sabem a respeito de tudo isso? Eles se autodenominam uma religião de fertilidade, mas quantos deles conseguem distinguir erva-doce de losna, beladona de cicuta, amanita muscaria de agárico de mosca, bétula de faia, ou até mesmo trigo de cevada?

Diante de tudo o que disse, pode ser surpreendente se eu agora disser que acredito que há um lugar para a bruxaria gardneriana na religião hoje. Sinto que estamos em um ponto entre religiões. A Igreja Católica, experiente como é em perceber mudanças e o clima de opinião, está se preparando para o retorno gradual da Deusa ao poder. A ênfase que estão colocando cada vez mais na Virgem Mãe é um sinal de que eles percebem, embora vagamente, o anseio por uma Deusa Mãe que é tão fundamental. A Igreja Protestante nunca verá isso, e morrerá se perguntando por que ninguém a ama! Portanto, o momento é propício para uma alternativa – uma religião na qual o impulso para adorar a Criadora livremente, e sem inibições, possa ter total liberdade. A bruxaria moderna poderia fornecer parte da resposta, mas primeiro terá que colocar sua casa em ordem. Os ignorantes e os pervertidos teriam que ser expulsos de suas fileiras e, embora isso reduzisse drasticamente os números, restaria o suficiente para construir a partir daí. Então, seus adeptos devem, como Robert Graves diz, “restaurar sua fome original por sabedoria”. Isso provavelmente seria o mais difícil de tudo, mas para sobreviver, eles devem fazer isso. A modernidade

comparativa de seus ritos não é um obstáculo, pois o princípio básico, a crença e a confiança na Deusa, estão lá. Se tenho ressalvas, é porque ainda não conheci um gardneriano que, não sabendo das minhas conexões com a tradição hereditária, tenha demonstrado um verdadeiro desejo por conhecimento. Eles se sentem confortáveis e seguros em sua pequena casa que GBG construiu! A floresta escura do lado de fora não tem atrativos e, de qualquer forma, o que poderia haver entre um monte de árvores?

— TALIESIN

Notas editoriais

As transcrições e traduções reproduzem a fonte preservada na compilação do acervo pessoal; os textos originais são apresentados separadamente dos comentários editoriais acrescentados pelo compilador. Eventuais lapsos ou afirmações históricas dos autores são preservados como parte do documento. Distribuição e tradução autorizadas conforme informação fornecida pelo responsável pelo acervo.

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